domingo, 27 de julho de 2014

Força Aérea Brasileira realiza missão antissubmarina com submarinos nucleares na costa Brasileira

USS Dallas – Classe Los Angeles, pertencente aos Estados Unidos


O Esquadrão Orungan (1°/7° GAv) realizou, nos dias 16 e 17 de julho, missão antissubmarino (ASW) na costa brasileira e contou com a participação de quatro submarinos estrangeiros. Ao todo foram realizadas três missões de seis horas cada, com o emprego de três tripulações completas e duas aeronaves P-3AM, sediadas na Base Aérea de Salvador (BASV).

Participaram do exercício os submarinos nucleares: USS Dallas – Classe Los Angeles, pertencente aos Estados Unidos; Amethyste – Classe Rubis, da França; HMS Ambush – Classe Astute, da Inglaterra e o submarino convencional Pisagua – Classe Angamos, do Peru. As embarcações estavam no país para comemoração do centenário da Força de Submarinos (FORSUB) da Marinha do Brasil, no dia 17 deste mês.
P-3AM da Força Aérea Brasileira

Foram realizadas manobras de acompanhamento, em que a aeronave localiza e consegue acompanhar o submarino submerso com a utilização de sonobóias (uma espécie de bóia com equipamento eletrônico para captação de sons emitidos por submarinos e de transmissão, via rádio, das informações captadas) e manobras de ataque simulado com a utilização do sensor de detecção de anomalias magnéticas (MAD).

Submarino nuclear x Submarino convencional


Os submarinos são as armas mais letais de uma força naval dada a sua dificuldade de ser detectado. A diferença entre um submarino nuclear e um submarino convencional se dá pelo meio de fornecimento de energia para mover seus propulsores.

O submarino nuclear é abastecido por um reator nuclear permitindo que permaneça por longos períodos totalmente submerso. Já o submarino convencional é movido a energia elétrica e as baterias não possuem longa duração, obrigando mesmo a emergir para recarregá-las, expondo-se por um determinado tempo.

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